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Filosofia da Caixa Preta

 Em "A filosofia da caixa preta", Vilém Flusser mostra a fotografia como um paralelo sobre como os aparelhos atuam diretamente no pensamento humano. Ao tirarmos uma foto pensamos que estamos em total controle da máquina, entretanto para Flusser a fotografia é uma espécie de "caixa preta" e estamos assim na realidade sendo manipulados por ela.

Ao vermos uma foto passamos de certa forma a acreditar nela, limitando a visão que se tem do mundo.

Concluímos então que para Flusser a sociedade se tornou um funcionário dos aparelhos criados, servindo às programações de forma inconsciente.

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Espaço escolhido EA+ Rede de Implicações

  Lugar escolhido: Escada do Radamés Grupo:  Fernanda Bessa, Helena Maciel, Jonatas Feix, Lívia Pereira, Maria Eduarda Sobral, Nicolly  Diniz.

Registros Entrega Não-Objeto

 INTERAÇÃO DO NÃO-OBJETO O observador pode mover os tubos de lugar com a ajuda de ganchos e coloca-los  diferentes níveis promovidos pela escada,  colocando-os  nos  locais de sua preferência de acordo com a trama presente debaixo da escada. Desse modo o observador pode explora-los mais juntos ou distantes, além de brincar com as sombras projetadas pelo objeto. Outra forma de interação que pode ser mencionada é a partir da experiência de adentrar no meio dos tubos que possuem sininhos, levando em conta assim também a experiência sonora e sensitiva.

Proposta inicial em grupo para o "não-objeto"

  Grupo: Fernanda Bessa, Helena Maciel, Nicolly Alves, Lívia Pereira, Maria Eduarda Sobral, Jonatas.